domingo, 7 de junho de 2009

Marcha da Cultura em Mogi das Cruzes

Em termos macros, a Marcha da Cultura em Mogi das Cruzes caminha
pela criação e otimização do uso dos espaços culturais já existentes, formatação
de novas edições de projetos realizados na área central, democratização da
cultura levando-a aos sete distritos da Cidade e, também, pela valorização dos
artistas locais, intercâmbio cultural com outras cidades, desenvolvimento de
trabalhos em conjunto com demais secretarias do Poder Público local,
concretizando parceria com braços do Ministério da Cultura e estabelecendo
um vivo e importante diálogo com a Secretaria de Cultura do Estado.
O primeiro passo dessa marcha foi a agregação do prédio do CIARTE à
Secretaria de Cultura, para ser mais um espaço de apresentações artísticas,
palestras, oficinas, seminários e demais eventos culturais. Ampliando seu uso e
adequando o edifício dessa agregação, também atendendo a reivindicação da
classe artística e população, o hall do prédio ganhou espaço e criou agenda para
abrigar exposições de Artes Visuais e outras mostras, no novo espaço
denominado Expo Ciarte.
Quanto aos espaços culturais já existentes: o Theatro Vasques passa por
necessária reforma e os demais equipamentos, Casarão do Carmo, Espaço do
Meio Clarice Jorge, Auditório do Casarão do Carmo, Auditório do Centro de
Cultura e Memória “Expedicionários Mogianos”, com novas utilizações e
agendas, estão sendo apropriados pelos grupos de teatro, dança, literatura,
música e o público em geral para realização de seus encontros e apresentações.
A nova formatação do Arte vai à Praça, aos sábados, além das
apresentações musicais, foi acrescida do Projeto Pintando na Praça e Oficinas de
Artesanato. Tanto pela valorização da Praça Oswaldo Cruz, como local de
cultura, bem como para atender os passeantes do Expresso Turístico, a partir do
mês de junho, o Arte vai à Praça passou a ter nova edição nas manhãs de
domingo, com música, artesanato e comercialização de produtos mogianos:
flores, frutas e comidas típicas presentes nas festas Akimatsuri e do Divino.
Soma a essa formatação para a Praça a criação do projeto Chorões de Mogi,
espetáculo musical realizado todas últimas quintas-feiras do mês.
Democratizando a cultura e levando-a de canto a canto, a Secretaria
inaugura as Tendas Culturais, com apresentações artísticas e projeções
cinematográficas nos sete distritos do município e participação da comunidade
local.
Em formação cultural e artística, a Secretaria de Cultura, com ineditismo,
tem realizado Oficinas Culturais de duração anual, gratuitamente, à população
interessada. Também, levando arte a educandos da periferia, implantou o
Mogizinho, além de contribuir de modo integrado com a Secretaria de
Educação, na execução do Projeto Escola Integral.
Museus e bibliotecas da Divisão do Conhecimento passam por nova
estruturação e horários para maior e melhor atendimento à comunidade
mogiana e turistas.
O intercâmbio cultural artístico com outras cidades do Brasil está
sustentado com a manutenção e a continuidade dos programados festivais
nacionais de dança e teatro, que ocuparão quando já reformado o Theatro
Vasques, no segundo semestre.
Na sua política cultural, a Secretaria estabelece parceria com o Ponto de
Cultura, um dos braços do Ministério da Cultura, e instala vivo diálogo com a
Secretaria de Cultura do Estado, que neste ano já trouxe a Mogi das Cruzes a
Virada Cultural e o Mapa Cultural Paulista.
Assim, numa construção coletiva, para levar arte e cultura à população,
aos poucos e de maneira coerente, vamos marchando para que artistas de
nossa terra, que estão se apresentando nas praças, nos equipamentos e nas
Tendas Culturais, ocupem espaços com maior visibilidade, como ocorreu na
Virada Cultural com participação de bandas de nossa cidade.
Isso é valorização do tripé: - cultura, artista e cidadãos.

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